segunda-feira, 29 de agosto de 2011

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Emissora de TV afiliada da Globo é alvejada com 15 tiros em Maringá (PR)

 

 

 

Na madrugada desta segunda-feira (29), a emissora RPC TV, afiliada da Rede Globo, em Maringá (PR), foi atacada por duas pessoas em uma moto. Segundo a polícia, foram disparados 15 tiros contra a guarita de entrada, mas ninguém se feriu. As informações são do site Folha.com.

O delegado que cuida do caso, Osnildo Carneiro Lemes, informou que os suspeitos ainda não foram identificados e não se sabe o que motivou o atentado, já que o veículo não divulgou matérias polêmicas nos últimos dias.

Os disparos ocorreram por volta da 1h20, por duas armas diferentes. O vigia que estava na guarita se jogou no chão para escapar das balas de calibre 9mm e ponto 40. As câmeras de segurança não captaram imagens da placa nem do modelo da moto.

A Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão) pediu que "as autoridades assegurem às empresas de comunicação e a seus profissionais o direito ao livre exercício da atividade jornalística", em nota divulgada. A RPC TV informou desconhecer a motivação do ataque, e aguarda conclusão do inquérito para se pronunciar.

Para o delegado Lemes, o caso pode estar relacionado a outro, idêntico, que ocorreu há um mês, na Câmara Municipal de Maringá. Equipes serão enviadas à cidade por determinação do secretario de Segurança do Paraná, Reinaldo de Almeida Cesar, que pediu empenho total nas investigações

Record diz que foi vítima de uma campanha de boatos

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No início da tarde desta segunda (29), a Record enviou um comunicado à imprensa informando que foi vítima de uma campanha de boatos.

Leia na íntegra:


A Rede Record vem a público informar que foi vítima de uma campanha de boatos.

Foram publicadas informações sobre mudanças na direção da emissora que trataram, de forma equivocada, a recente reestruturação de investimentos, caminho adotado para que a Record possa seguir desenvolvendo uma programação consistente e inovadora.

Em respeito à opinião pública, aos telespectadores, anunciantes e aos nossos milhares de parceiros em todo o país, o presidente da Rede Record, Alexandre Raposo, desmente qualquer mudança de rumo: "A Record segue firme e unida no projeto de liderança no mercado de TV aberta no Brasil. A imprensa precisa ser mais cuidadosa e responsável ao apurar informações que não passam de boatos. É impressionante como, muitas vezes, uma mentira torna-se manchete em sites e jornais".

Os boatos sobre a mudança de Honorilton Gonçalves, vice-presidente artístico e de produção da emissora, também são desmentidos por Alexandre Raposo. "É incontestável o projeto vitorioso da nossa empresa. O grupo está feliz e muito satisfeito com o retorno de todo investimento feito nos últimos anos. Assumimos a vice-liderança de audiência e faturamento em todo País e seguimos inabaláveis com nosso objetivo maior de assumir o primeiro lugar. Nada pode tirar este foco da Record. Queremos ser uma opção para quem não aceita o monopólio na TV", afirma.

A Rede Record de Televisão há mais de quatro anos é vice-líder de audiência em todo o País, triplicou o faturamento e segue produzindo mais de 120 horas semanais de programação própria mesclando jornalismo, esportes, teledramaturgia, entretenimento e reality shows. Os investimentos proporcionaram a criação de mais de 11 mil empregos diretos e indiretos. A emissora tem hoje, por exemplo, 50 apresentadores e quase 300 atores.

Além disso, a Record inovou ao fundar a Record News, o primeiro e único canal de notícias gratuito em televisão aberta do Brasil. E ainda criou o R7, portal de notícias e entretenimento que, em menos de 2 anos, já está entre os cinco maiores do país e atingiu uma base de 4,3 milhões de assinaturas de contas de e-mail.

Com esses resultados, a Record vai seguir sua trajetória a caminho da liderança. O Grupo tem como princípios básicos: oferecer uma alternativa livre e democrática de informação e entretenimento para os brasileiros, buscar a liderança de audiência e também de faturamento, direito de qualquer grupo em uma economia sólida e de livre mercado como a nossa.

A Record enfrenta seguidos ataques, lançados como uma defesa de privilégios e monopólios, sempre com a pretensão de decidir o que o brasileiro deve ler, ouvir ou assistir. O Brasil mudou e agora é a vez da Record.

São Paulo, 29 de agosto de 2011.
REDE RECORD DE TELEVISÃO

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